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22/04/10

Máfia Europeia

Escândalo na União Europeia



Você já reparou que os políticos europeus estão a lutar como loucos para entrar na administração da UE ? E por quê? Leia o que segue, pense bem e converse com os amigos. Envie isto para os europeus que conheça! Simplesmente, escandaloso…

Foi aprovada a aposentadoria aos 50 anos com 9.000 euros por mês para os funcionários da União Europeia!!!

Este ano, 340 agentes partem para a reforma antecipada aos 50 anos com uma pensão de 9.000 euros por mês.

Sim, você leu correctamente!

Para facilitar a integração de novos funcionários dos novos Estados-Membros da UE (Polónia, Malta, países da Europa Oriental ...), os funcionários dos países membros antigos (Bélgica, França, Alemanha..) receberão da Europa uma prenda de ouro para se aposentar.

Porquê e quem paga isto?

Você e eu estamos a trabalhar ou trabalhámos para uma pensão de miséria, enquanto que aqueles que votam as leis se atribuem presentes de ouro.

A diferença tornou-se muito grande entre o povo e os "Deuses do Olimpo!"

Devemos reagir por todos os meios começando por divulgar esta mensagem para todos os europeus.



É uma verdadeira Máfia a destes Altos Funcionários da União Europeia …


Os tecnocratas europeus usufruem de verdadeiras reformas de nababos... Mesmo os deputados nacionais que, no entanto, beneficiam do "Rolls" dos regimes especiais, não recebem um terço daquilo que eles embolsam.

Vejamos: Giovanni Buttarelli, que ocupa o cargo de Supervisor Adjunto da Protecção de Dados, adquire depois de apenas 1 ano e 11 meses de serviço (em Novembro 2010), uma reforma de 1.515 € / mês. O equivalente daquilo que recebe em média, um assalariado francês do sector privado após uma carreira completa (40 anos).

O seu colega, Peter Hustinx, acaba de ver o seu contrato de cinco anos renovado. Após 10 anos, ele terá direito a cerca de € 9 000 de pensão por mês.

É simples, ninguém lhes pede contas e eles decidiram aproveitar ao máximo. É como se para a sua reforma, lhes fosse passado um cheque em branco.

Além disso, muitos outros tecnocratas gozam desse privilégio:

1º - Roger Grass, Secretário do Tribunal Europeu de Justiça, receberá €12 500 por mês de pensão.

2º - Pernilla Lindh, o juiz do Tribunal de Primeira Instância, € 12 900 por mês.

3º - Damaso Ruiz-Jarabo Colomer, Procurador-geral, 14 000 € por mês.



Consulte a lista em:

http://www.kdo-mailing.com/redirect.asp?numlien=1276&numnews=1356&numabonne=62286


Para eles, é o jackpot. No cargo desde meados dos anos 1990, têm a certeza de validar uma carreira completa e, portanto, de obter o máximo: 70% do último salário. É difícil de acreditar ...

Não só as suas pensões atingem os limites, mas basta-lhes apenas 15 anos e meio para validar uma carreira completa, enquanto para você, como para mim, é preciso matar-se com trabalho durante 40 anos, e em breve 41 anos.

Confrontados com o colapso dos nossos sistemas de pensões, os tecnocratas de Bruxelas recomendam o alongamento das carreiras: 37,5 anos, 40 anos, 41 anos (em 2012), 42 anos (em 2020), etc. Mas para eles, não há problema, a taxa plena é 15,5 anos… De quem estamos falando?

Originalmente, estas reformas de nababos eram reservadas para os membros da Comissão Europeia e, ao longo dos anos, têm também sido concedida a outros funcionários. Agora eles já são um exército inteiro a beneficiar delas - juízes, magistrados, secretários, supervisores, mediadores, etc.

Mas o pior ainda, neste caso, é que eles nem sequer descontam para a sua grande reforma. Nem um cêntimo de euro, tudo é à custa do contribuinte...

Nós, contribuímos toda a nossa vida e, ao menor atraso no pagamento, é a sanção: avisos, multas, penhoras, despejos, etc.

Sem a mínima piedade. Eles, isentaram-se totalmente disso. Parece que se está a delirar!

Esteja ciente, que até mesmo os juízes do Tribunal de Contas Europeu que, portanto, é suposto «verificarem se as despesas da UE são legais, feitas pelo menor custo e para o fim a que são destinadas», beneficiam do sistema e não pagam as quotas.


E que dizer de todos os tecnocratas que não perdem nenhuma oportunidade de armarem em «gendarmes de Bruxelas» e continuam a dar lições de ortodoxia fiscal, quando têm ambas as mãos, até os cotovelos, no pote da compota?


Numa altura em que o futuro das nossas pensões está seriamente comprometido pela violência da crise económica e da brutalidade do choque demográfico, os funcionários europeus beneficiam, à nossa custa, da pensão de 12 500 a 14 000 € por mês após somente 15 anos de carreira, mesmo sem pagarem quotizações... É uma pura provocação!


O meu objectivo é alertar todos os cidadãos dos Estados-Membros da União Europeia. Juntos, podemos criar uma verdadeira onda de pressão.


Não há dúvida de que os tecnocratas europeus continuam a gozar à nossa custa e com total impunidade, essas pensões. Nós temos que levá-los a colocar os pés na terra.


«Sauvegarde Retraites» realizou um estudo rigoroso e muito documentado que prova por "A + B" a dimensão do escândalo. Já foi aproveitado pelos media.

http://www.lepoint.fr/actualites-economie/2009-05-19/revelations-les-retraites-en-or-des-hauts-fonctionnaires-europeens/916/0/344867


Divulgue e distribua amplamente entre todos os relés dos vinte e sete países da União Europeia.


(Traduzido de um original em francês, recebido por e-mail)


FN (Enviado por AB)

Fonte: Kafe Kultura

13/04/10

Prender o Papa !

Mais uns ataques à Igreja e ao Papa...


Britânicos estudam possibilidade de prender o Papa
Em causa, está o alegado encobrimento de padres suspeitos de crimes de pedofilia



Dois escritores britânicos anunciaram que têm a intenção de processar criminalmente o Papa Bento XVI. Em causa, está o escândalo de pedofilia no seio da Igreja Católica, que está a abalar o Vaticano, e no qual, segundo as últimas notícias, o Cardeal Ratzinger pode estar envolvido.

Os escritores Richard Dawkins e Christopher Hitchens são ateus e críticos da religião. Os dois intelectuais informaram que pertendem levar Bento XVI à justiça quer Grã-Bretanha, quer no Tribunal Penal Internacional.
A argumentação jurídica, segundo afirmaram, seguiria a mesma linha da acção que culminou com a prisão do ex-ditador chileno Augusto Pinochet durante sua visita a Londres em 1998. Os dois escritores consideram que o pontífice «não é imune à prisão no Reino Unido» porque, apesar de ser o chefe do Vaticano, não é um chefe de Estado reconhecido pela Organização das Nações Unidas (ONU).

«Acredito que a Justiça britânica rejeitará (o argumento de imunidade do papa)», disse o advogado especializado em direitos humanos que representará os escritores, Mark Stephens.

«Se o papa viesse em visita de Estado, normalmente um chefe de Estado teria imunidade soberana. O que defendo é que ele não é um soberano, não é chefe de Estado, por isso não pode se valer dessa defesa», disse.

Dawkins e Hitchens acreditam que podem acusar o Papa de crime contra a humanidade.

A visita que Bento XVI em Setembro ao Reino Unido está a suscitar um coro crescente de críticas e já levou a que mais de 10 mil pessoas subscreveram uma petição dirigida à página electrónica de Downing Street.

Fonte: IOL Diário

23/03/10

Movimento Anti OGM

OGM: ESTABLEÇAMOS PRIMEIRO OS FACTOS





A Comissão Europeia aprovou o cultivo de organismos geneticamente modificados (OGM), pela primeira vez em 12 anos, colocando os lucros do lobby OGM antes das preocupações sanitárias dos cidadãos. No entanto, 60% dos europeus acreditam que precisamos de mais informações antes de cultivar plantas que poderiam ameaçar a nossa saúde e o meio ambiente.

Uma nova iniciativa dá a 1 milhão de cidadãos europeus a oportunidade única para apresentar formalmente as propostas legislativas à Comissão Europeia. Reunir um milhão de votos para a proibição de transgénicos até que a pesquisa seja concluída com êxito. Assine a petição abaixo e repassem este apelo a todos os seus amigos e familiares.
Lembre-se de incluir seu endereço de correspondência para que todas as nossas assinaturas sejam validadas no âmbito da Iniciativa dos Cidadãos Europeus.


Para o presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso:
Apelamos a uma moratória sobre a introdução de plantas geneticamente modificadas na Europa e estabelecer um corpo de responsabilidade científica e de ética independente para realizar pesquisas sobre o impacto dos OGM e determinar a sua regulamentação.

Sign the petition now!

04/03/10

Mais directo é impossível ! :-)

Nigel Farage enfrenta o Presidente da UE (membro Bilderberg) - Quem é você?

O senador Nigel Farabe fala na cara de Herman Van Rompuy, seus planos de dominação a serviço do Governo Mundial.



Fonte: fimdostemposnet

03/03/10

Europa enfurecida !

Uma reviravolta na Europa



Por Chris Marsden
2 de março de 2010


Publicado originalmente em inglês no dia 26 de fevereiro de 2010.

A greve geral de quarta-feira na Grécia, envolvendo dois milhões de trabalhadores dos setores público e privado, marca uma reviravolta na situação política em toda a Europa. Ela representa a manifestação mais significativa de um movimento crescente de resistência à tentativa dos governos da Europa e empresas de fazer os trabalhadores pagarem pela crise econômica e pelo resgate euro-multibilionário dos bancos.

No início deste novo movimento da classe trabalhadora, duas características fundamentais surgiram: o movimento assume um caráter transfronteiriço e internacional, e os trabalhadores imediatamente avançam contra a falência de seus velhos sindicatos e organizações políticas - todos os quais são ligados a um programa nacionalista.

De fato, medidas de austeridade estão sendo impostas pelos governos da "esquerda" oficial não menos do que pelos de "centro" e "direita."

Esta semana viu uma sucessão de greves e protestos por toda a Europa:

Na segunda-feira, 4.500 pilotos da Lufthansa entraram em greve na Alemanha. Na França, os controladores de tráfego aéreo entraram em greve ao lado dos trabalhadores em seis refinarias francesas de petróleo. A tripulação da British Airways votou mais de 80% pela greve.

Na terça-feira, manifestações de protesto aconteceram em Madri, Barcelona e Valência contra as medidas de austeridade impostas pelo Partido Socialista Operário Espanhol (PSOE), do governo de José Zapatero. Os sindicatos na República Tcheca anunciaram que o transporte público será interrompido na próxima semana.

Uma greve geral de um dia do setor público está prevista para 4 de março em Portugal contra o prolongamento do congelamento dos salários como parte de medidas para reduzir o déficit de 9,3% do produto interno bruto para 3% em 2013. Pilotos franceses também anunciaram planos para entrar em greve no final desta semana.

Essas greves e protestos são apenas a primeira resposta por parte dos trabalhadores da Europa para a ofensiva travada contra eles. As mobilizações mais extensas têm sido nos países onde os cortes mais selvagens foram anunciados.

Portugal, Itália, Grécia e Espanha - os chamados “PIGS”, "porcos" na sigla em inglês - têm sido alvo por parte dos bancos e dos especuladores financeiros e ordenados pela União Européia a reduzir drasticamente os seus déficits orçamentais. Isso vai criar um precedente para cortes semelhantes em toda a Europa. Mas o fato de que a inquietação industrial se espalhou para a Alemanha, França e Reino Unido indica o potencial de desenvolvimento de um verdadeiro movimento pan-europeu.

As mesmas tendências que fundamentaram o ressurgimento da luta de classes na Europa existem na América do Norte e América do Sul, Ásia e África.

Muitos dos protestos e manifestações foram relativamente pequenos - um fator utilizado pela imprensa financeira para exigir que os respectivos governos continuem firmes na imposição de medidas de austeridade. No entanto, os analistas mais perceptivos estavam certos das implicações mais amplas dessas ações. Escrevendo no Independent, Sean O'Grady afirmou que as greves marcaram o início do "Inverno de Descontentamento na Europa". Elas “prometem ser apenas o começo da maior demonstração de descontentamento público vista no continente desde o fervor revolucionário de 1968", continuou.

Comentando o impacto político das medidas de austeridade que levarão milhões ao desemprego e os serviços sociais às ruínas na Grécia, Portugal, Espanha e Itália, observou ele: "As tensões democráticas das nações que haviam sido governadas por líderes fascistas ou por militares, ainda na lembrança de muitos, estão aumentando."

As bases para um movimento social e político no continente estão enraizadas nos problemas comuns enfrentados pelos trabalhadores em uma economia globalizada, dominada por grandes bancos internacionais e empresas. Estas organizações, e a oligarquia financeira que representam, estão exigindo cortes sem precedentes nos programas sociais, nos salários e aposentadorias, a fim de pagar os trilhões de dólares entregues pelos governos europeus aos bancos. Eles estão especulando contra qualquer economia que é vista como portadora de dívidas pesadas e que esteja indisposta a levar adiante os ataques necessários sobre a classe trabalhadora, aumentando, assim, a pressão financeira sobre os governos visados.

Até agora, o caráter objetivamente internacional do movimento em desenvolvimento na Europa não encontra expressão política ou organizacional. Pelo contrário, por toda a parte ele encontra a oposição determinada dos sindicatos, a ponto da sabotagem desmascarada.

Esta semana revelou a traição de muitas dessas tentativas iniciais de resistência por parte da classe trabalhadora. O sindicato dos pilotos alemães, Vereinigung Cockpit, cancelou a greve na Lufthansa em seu primeiro dia, e a Confederação Geral do Trabalho (CGT) solicitou o fim da greve contra a gigante do petróleo Total, na França. Em ambos os casos, os sindicatos capitularam sem ter vencido nenhuma das reivindicações dos trabalhadores. Por seu lado, o sindicato Unite anunciou ontem que o mandato dos seus membros para a greve contra a British Airways seria “segurado”, enquanto as negociações ainda acontecem.

Aqueles protestos e greves que têm seguido adiante são, do ponto de vista dos sindicatos, destinados a liberar o vapor da pressão ao invés de mobilizar um movimento político contra os governos que estão impondo medidas austeras. Os sindicatos representam seus respectivos governos como simples reféns, quer da União Européia ou dos especuladores, ao invés de como representantes políticos da classe capitalista.

Os cortes mais draconianos estão sendo impostos pelos governos social-democratas, que chegaram ao poder como resultado da hostilidade popular aos governos de direita - o PASOK na Grécia, o PSOE na Espanha, e do Partido Socialista em Portugal. Em todos os casos, eles foram eleitos com o apoio das burocracias sindicais, os quais permaneceram seus aliados enquanto as reformas prometidas davam lugar aos orçamentos austeros.

O objetivo dos sindicatos é regular as tensões sociais e garantir que elas não representem uma ameaça para as grandes empresas e o Estado. Um porta-voz da Confederação Geral dos Trabalhadores Gregos (GSEE) deixou isso claro quando disse que a imposição das medidas austeras planejadas pelo PASOK seria "trágica porque vai provocar instabilidade social e conflitos."

A Irlanda é citada por financistas globais como o modelo a ser seguido para a imposição de cortes entre 10 a 15% nos salários e serviços. A habilidade do governo Fianna Fáil é tornar os sindicatos irlandeses inteiramente seus dependentes, os quais cancelaram as greves contra o orçamento que envolveram centenas de milhares de trabalhadores.

O Congresso dos Sindicatos Irlandeses está limitando a ação contra o governo a uma ação de operação-padrão do funcionalismo público. Seu líder, Jack O'Connor, declarou: "Haverá aqueles que irão nos representar se esforçando para reverter o orçamento e enfraquecer o governo democraticamente eleito. Eu quero declarar enfaticamente que o um acordo pode ser alcançado."

Quaisquer que sejam as intenções da burocracia sindical, a raiva sobre os cortes que estão sendo ditados pelos bancos e pelas empresas continuará a crescer. Seus esforços para policiar esta oposição, para abafar e traí-la, só vai levar ao desenvolvimento de um movimento de massa que deve, necessariamente, assumir a forma de uma rebelião política contra os sindicatos e os governos que eles defendem.

Não há solução nacional para a crise que enfrentam os trabalhadores na Grécia, Espanha, Portugal ou em qualquer outro lugar. Eles estão a sendo levados a uma luta comum contra o capital globalmente organizado. A questão fundamental que enfrenta toda a classe trabalhadora européia é a adoção de um programa socialista e internacionalista como base para uma nova liderança política e organizações de massa para promover a luta de classes em oposição às organizações nacionalistas e pró-capitalistas do movimento trabalhista oficial.

traduzido por movimentonn.org


Fonte: wsws.org

26/10/09

Como evitar a vacina ?

Num post anterior, um leitor anónimo deixou no ar uma pergunta interessante:

"Alguém aí se arrisca a dizer que seremos forçados a submetermos a injecção mesmo sabendo de todda a sujeira por trás disso? Se acontecer a resistência de q forma vc vai agir, com uso das leis ou pelo uso da força? Será mesmo que o caos esta pronto para ser instaurado? Diga sua opinião."

Realmente, se a vacina for obrigatória, como poderemos recusar de a tomar ?

Em França, a associação SOS Justice & Droits de L´Homme, possui documentos legais que poderão evitar as vacinas,.. para as crianças nas escolas e para os adultos.. Mas como é óbvio, devido as leis em vigor (tratado de Lisboa e etc...) não sei até que ponto esses documentos serão validos.

Lanço aqui um desafio a quem trabalhe com leis, como, advogados, juízes e etc.. A darem-nos umas dicas, de como poderemos legalmente recusar-nos a tomar a vacina contra a Gripe A.

Creio que esta questão é bem pertinente e temos de pensar já no pior, porque se a vacina se tornar obrigatória, e tudo indica que sim, temos de estar preparados e saber como nos defender.

Peço mais uma vez, a quem tem conhecimento e meios para poder fazer alguma coisa, um documento, uma lei/Artigo que poderemos usar, algo que possamos apresentar quando nos obrigarem a tomar a vacina,.. por favor façam-no. Isso será para o bem de todos.

Deixem comentários ou podem me contactar via email:
provafinal2012@sapo.pt


Cumprimentos

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