27/04/10

Coma menos

Para uma vida mais saudável e mais longa, coma menos



Como viver mais e melhor

Uma equipe de pesquisadores do Reino Unido e dos Estados Unidos comprovou que restringir a ingestão de calorias pode prolongar e melhorar a vida e ainda garantir uma velhice mais feliz.

Os resultados do estudo, publicado na revista Science, mostram que comer menos calorias pode levar não só a uma vida mais longa, mas também a uma vida muito mais saudável, evitando muitas das doenças que as pessoas frequentemente experimentam nos últimos anos da vida.

Restrição calórica

Os experimentos de restrição calórica, feitos em roedores, mostraram que a ingestão de uma quantidade menor de alimentos tem um efeito significativo sobre as vias moleculares relacionadas com o processo de envelhecimento, sobretudo aquelas relativas à glicose e ao fator de crescimento IGF-1.

Os resultados também mostraram que, em organismos menos complexos, a limitação do teor calórico pode dobrar ou mesmo triplicar o tempo de vida.

Tempo de vida e vida saudável

Mas o primeiro autor do estudo, o professor Luigi Fontana, da Universidade de Washington, afirma que o principal objetivo da pesquisa era melhorar a qualidade de vida das pessoas e ajudá-las a desenvolver menos doenças relacionadas ao envelhecimento.

"O foco da pesquisa não é realmente estender o tempo de vida para 120 ou 130 anos," afirma ele. "Hoje, a expectativa média de vida nos países ocidentais é de cerca de 80 anos, mas há muitas pessoas que só são saudáveis até cerca de 50 anos de idade."

"Nós queremos utilizar as descobertas sobre a restrição calórica e outras intervenções genéticas ou farmacológicas para fechar essa lacuna de 30 anos entre a duração da vida e a vida saudável. No entanto, ao estendermos o tempo de vida saudável, a vida média também poderia aumentar até aos 100 anos de idade," acrescenta ele.

Estilo alimentar

A pesquisa é particularmente relevante dados os níveis crescentes de obesidade no mundo ocidental. Estar com sobrepeso ou ser obeso pode levar a muitas doenças graves, incluindo doenças cardiovasculares, diabetes e certos tipos de câncer.

A obesidade infantil é um problema particularmente preocupante na medida que milhares de crianças crescem com uma dieta à base de alimentos industrializados que pode provocar problemas crônicos de saúde na vida adulta.

O professor Fontana acredita que as atuais tendências do estilo alimentar indicam que a diferença de 30 anos entre a duração da vida e a duração da saúde deverá aumentar ao invés de diminuir.

A expectativa de vida também poderá ser reduzida, conforme milhares de pessoas desenvolvem doenças alimentares, tais como a diabetes tipo 2, que são totalmente evitáveis.

Vida longa e saudável

Mas ele acredita que, se os pesquisadores em nutrição entenderem o quanto a restrição calórica pode prolongar a vida e tornar as pessoas mais saudáveis, e se forem desenvolvidos medicamentos que influenciem as vias moleculares afetadas pela restrição de calorias, no conjunto isso poderá ajudar a manter as pessoas saudáveis enquanto elas envelhecem.

O aconselhamento sobre dieta sempre foi baseado em dados epidemiológicos, mas as últimas pesquisas mostram que isso faz sentido também do ponto de vista molecular, ressalta o pesquisador.

"Agora passamos de epidemiologia à biologia molecular. Sabemos que certos nutrientes, assim como um menor consumo de calorias, podem influenciar o IGF-1 e outras vias. Em breve, esperamos ser capazes de usar esse conhecimento para ajudar as pessoas a viver vidas mais longas e saudáveis," conclui Fontana.

Fonte: Diário da Saúde

"Portugal está visivelmente vulnerável"

Kenneth Rogoff é co-autor de vários estudos sobre dívida  soberana.

Kenneth Rogoff é co-autor de vários estudos sobre dívida soberana.



Pedro Latoeiro
26/04/10 09:45

Kenneth Rogoff, professor em Harvard e antigo economista chefe do FMI, considera que nos próximos dois a três anos haverá pelo menos mais um país da zona euro a pedir auxílio financeiro.

"É mais provável que o FMI ajude pelo menos mais um país da zona euro, nos próximos dois a três anos, do que o contrário", afirmou Kenneth Rogoff durante uma entrevista telefónica à agência Bloomberg, considerando assim que Atenas não será a última a precisar de ajuda externa para resolver a crise interna. A probabilidade de isso acontecer, avança, "é superior a 50-50".

"Não diria que [Irlanda, Espanha e Portugal] precisam da ajuda do FMI, mas é uma possibilidade. É difícil dizer e depende sobretudo da vontade política e dos números", afirmou.

Considerando que Irlanda, Espanha e Portugal estão "visivelmente vulneráveis", o antigo economista chefe do FMI sublinha serem precisos "cortes profundos nos orçamentos de vários países europeus".

Para Rogoff, que previu em 2008 a falência de bancos norte-americanos antes do colapso do Lehman Brothers, os políticos europeus apostam na retoma económica para resolver o problema do endividamento. No entanto, alerta, "será muito difícil ver uma retoma económica sustentada na Europa".

As declarações do professor da Universidade de Harvard surgem num dia em que os mercados de dívida dão novos sinais de nervosismo. O ‘spread' das obrigações do Tesouro português a 10 anos face às ‘bund' alemãs comparáveis superou hoje a barreira dos 200 pontos.

Fonte: Económico

Substância Cancerígena!!!

Aviso da faculdade de Ciências - Substância Cancerígena!!!


PASSEM PARA TODOS OS VOSSOS AMIGOS E TAMBÉM INIMIGOS !!!


PARA A VOSSA BOA SAÚDE!

Devem procurar o nome do composto em inglês: Sodium Laureth Sulfate nos champoos e gels de banho.

Aos produtos abaixo identificados juntam-se o gel de banho da Sanex, os sabonetes líquidos do Carrefour e Feira Nova (produtos brancos) e o shampoo da Dove.

Verifiquem se entre os ingredientes do champoo que usam há uma substância chamada 'Lauril Sulfato de Sódio' ou LSS .

Esta substância faz parte da composição da maioria dos champôs pois os fabricantes utilizam-na por ela produzir muita espuma a baixo custo. No entanto o LSS é usado para lavar chão de oficinas (é um desengordurante).

Verifiquei que outras marcas como: VO 5, Palmolive, Paul Michell, Organics, Revlon Flex, Dimension o novo HernoKlorane champô, e muitas, muitas outras, contêm esta substância.

Ligou-se para um destes fabricantes,e foi-lhes dito que eles estavam a usar umasubstância cancerígena. Eles concordaram com a afirmação, mas disseram que não podiam fazer nada pois precisavam dela para produzir espuma.

A pasta dentífrica Colgate (bubbles) também contém LSS.

Várias pesquisas têm mostrado que nos anos 80 a probabilidade de contrair cancro era de 1 em 8000 e nos anos 90 era de 1 em 3, o que é bastante grave.

Espero que tomem esta advertência com seriedade e a partilhem com as pessoas que conhecem, talvez possamos parar de 'espalhar' por aí o'vírus' do cancro, evitando comprar champôs que contenham o LSS-Lauril Sulfato de Sódio, até que os seus fabricantes tomem a providência de substituir este componente por outro que não prejudique a saúde dos seus consumidores.

Por favor passem esta informação para o maior número possível de pessoas que isto não se trata de uma corrente, mas de uma preocupação com a nossa saúde.'

Faculdade de Ciências e Tecnologia

Universidade Nova de Lisboa

Dr.ª Catarina Roriz

26/04/10

Igreja: Os ataques continuam...

Sugestão de preservativos com marca Bento XVI causa polémica

É uma das ideias propostas para a visita de Bento XVI a Inglaterra em Setembro num memorando de circulação interna no ministério dos Negócios Estrangeiros britânico. Vaticano nega mau estar



Um memorando de gosto duvidoso elaborado a propósito da visita de Bento XVI a Inglaterra em Setembro está a abanar as relações entre o reino e o Vaticano. Mesmo que o ministério dos Negócios Estrangeiros britânico e o porta-voz do Vaticano já o tenham desmentido. «Para nós o caso está encerrado», disse Federico Lombardi em nome da Igreja, citado pela BBC.

Em causa está um documento elaborado por um membro júnior do staff responsável pela preparação da visita, que sugere que o Papa abençoe um casamento gay, patrocine a abertura de uma clínica de abortos ou até promova a criação de uma linha de preservativos «Benedictus», o nome do papa em latim.

O memorando, distribuído internamente, continha um aviso: «Por favor proteger; este documento não deve ser partilhado externamente». O problema foi que o jornal Sunday Telegraph teve acesso ao documento e publicou-o.

Um porta-voz do ministério dos Negócios Estrangeiros já veio publicamente apresentar «profundas desculpas». «Trata-se claramente de um documento pateta que de forma alguma reflecte o ponto de vista do governo britânico. Muitas das ideias presentes no documento estão claramente mal avaliado, naives e desrespeitadores», disse fonte do gabinete, que sublinha que nenhum ministro ou oficial teve acesso prévio ao memorando.

Do lado da Igreja, o bispo de Chester, Peter Forster, acha que este incidente é sintomático das relações entre religião e o estado secular. «Penso que a cristandade já faz parte de tal forma da mobília da nossa sociedade que por vezes a negligenciamos ou a tomamos por garantida», disse Forster à BBC Radio 4, acrescentando que «existe uma familiaridade em alguns círculos da sociedade em relação à herança cristã, o que leva a eventos de maus gosto como este memorando».

O autor do memorando, que também previa um pedido de desculpas de Bento XVI por causa da Armada Invencível ou um dueto de caridade entre o papa e a rainha, já foi, obviamente, transferido para outras funções.

A visita de Bento XVI a Inglaterra, a primeira desde que João Paulo II aí se deslocou em 1982, surge numa altura em que a Igreja se vê envolta em várias polémicas de pedofilia.

Fonte: IOL Diário

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